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Camiseta reage ao som

Peças de roupa reagem ao toque com sons musicais
Camiseta-bongô, moleton Soundie e outras novidades tecnológicas unem moda e música e fazem sucesso



Camiseta funciona com sensor e emite sons de bongô


Depois de uma camiseta com sons de bateria e outra com trilha sonora, da empresa ThinkGeek, surge no mercado uma invenção um pouco mais rústica: a camiseta-bongô. A peça custa cerca de US$50 e toca quatro sons diferentes, mas infelizmente não está à venda fora dos EUA.

Outra criação tecnológica vem do Japão e se chama Soundie. O moleton high-tech é costurado com a placa Lilypad Arduino, para tecidos inteligentes, que responde com um sensor ao toque e, neste caso, emite sons eletrônicos. As notas musicais variam conforme a intensidade do toque, o que possibilita até algumas composições. O vídeo abaixo, em inglês e sem legendas, mostra como funciona o Soundie; vale a pena conferir:



É, a gente morre e não vê tudo!

William Shakespeare

Um pouco sobre William Shakespeare...(ele merece)

Citações

— Devemos aceitar o que é impossível deixar de acontecer.

— Até mesmo a bondade, se em demasia, morre do próprio excesso.

— O cansaço ronca em cima de uma pedra, enquanto a indolência acha duro o melhor travesseiro.

— Vazias as veias, nosso sangue se arrefece, indispostos ficamos desde cedo, incapazes de dar e de perdoar. Mas quando enchemos os canais e as calhas de nosso sangue com comida e vinho, fica a alma muito mais maleável do que durante esses jejuns de padre.

— Ninguém poderá jamais aperfeiçoar-se, se não tiver o mundo como mestre. A experiência se adquire na prática.

— Se o ano todo fosse de feriados, o lazer, como o trabalho, entediaria.

— Ventre grande é sinal de espírito oco; quando a gordura é muita, o senso é pouco.

— Que é o homem, se sua máxima ocupação e o bem maior não passam de comer e dormir?

— Do jeito que o mundo anda, ser honesto é (igual) a ser escolhido entre dez mil.

— Hóspede oferecido (...) só é bem-vindo quando se despede.

— Um homem inteligente pode transformar-se num joão-bobo, quando não sabe valer-se de seus recursos naturais.

— Quem não sabe mandar deve aprender a ser mandado.

— A mulher que não sabe pôr a culpa no marido por suas próprias faltas, não deve amamentar o filho, na certeza de criar um palerma.

— As coisas mais mesquinhas enchem de orgulho os indivíduos baixos.

— Ninguém pode calcular a potência venenosa de uma palavra má num peito amante.

— Sábio é o pai que conhece seu próprio filho.

— Tem ventura fugaz, sempre periga, quem se fia em rapaz ou rapariga.

— Ser ou não ser... eis a questão.

— É estranho que, sem ser forçado, saia alguém em busca de trabalho.

—As mais belas jóias, sem defeito, com o uso o encanto perdem.

— O bom vinho é um camarada bondoso e de confiança, quando tomado com sabedoria.

— Nunca poderá ser ofensivo aquilo que a simplicidade e o zelo ditam.


William Shakespeare (1564-1616), o mais famoso dramaturgo e poeta inglês de todos os tempos, compôs suas peças durante o reinado de Elizabeth I (1558-1603) e de James I, que a sucedeu. Casou-se em 1582 com Anne Hathaway, que tinha 26 anos e estava grávida. O casal teve uma filha, Susanna, e dois anos depois tiveram os gêmeos Hamnet e Judith. Por volta do ano de 1588, mudou-se para Londres e, em 1592, já fazia sucesso como ator e dramaturgo. Mas, eram suas poesias — e não suas peças — que eram aclamadas pelo público. Em virtude da peste, os teatros permaneceram fechados entre 1592 e 1594, impossibilitando seu contato com o público. Publicou dois poemas, "Vênus e Adônis", em 1593, e "O Rapto de Lucrécia", em 1594. Estes dois poemas e seus "Sonetos" (1609), que tornaram-se famosos por explorar todos os aspectos do amor, trouxeram-lhe reconhecimento como poeta. Escreveu mais de 38 peças, que estão divididas entre comédias, tragédias e peças históricas. Seus escritos são famosos até os dias de hoje, e suas atuações trouxeram-lhe riqueza (ele era sócio da companhia de teatro). Shakespeare não publicava suas peças, já que a dramaturgia não era bem paga. Na época, não havia direitos autorais. O autor pretendia que suas peças fossem representadas em vez de publicadas.

Com o dinheiro adquirido na companhia teatral, comprou uma casa em Stratford-upon-Avon e muitas outras propriedades, tais como hectares de terras férteis e uma casa em Londres. Escreveu a maioria de suas peças entre 1590 e 1611. Por volta de 1611, ele aposentou-se em Stratford-upon-Avon, onde havia estabelecido sua família.

Shakespeare morreu em 23 de abril de 1616, no mesmo mês e dia tradicionalmente atribuídos como sendo de seu nascimento.


Algumas obras:

Comédias

A Comédia dos Erros

Os Dois Cavalheiros de Verona

Sonho de Uma Noite de Verão

O Mercador de Veneza

Muito Barulho Por Nada

Como Quiserdes

A Megera Domada

A Décima Segunda Noite.


Peças Históricas

Ricardo II

Henrique IV - Partes I e II

Henrique V

Henrique VI - Partes I, II e III

Ricardo III

Rei João

Henrique VIII.


Tragédias

Romeu e Julieta

A Tempestade

Júlio César

Antônio e Cleópatra

Hamlet

Othello

Rei Lear

Macbeth.


As citações acima foram extraídas do livro "Shakespeare de A a Z: livro de citações", L&PM Editores - Porto Alegre (RS), 2004, seleção de Sérgio Faraco, tradução de Carlos Alberto Nunes.

10 piores prisões da ficção

Top 10 piores prisões da ficção

Para manter a linha desse maio temático, decidi continuar a fazer uma lista sobre uma presença que não é necessariamente um personagem vivo, orgânico (tal qual uma nave ou mesmo uma IA), ainda assim, possui incontestável relevância na trama de ficção na qual está inserida. Muitas vezes, é o lugar de começo ou fim das histórias, sendo que nela se desenvolvem as características que irão marcar seus personagens principais. Segue agora uma lista das piores prisões da ficção:

10) Mega City One (O Juiz) - Ei, espera ae: você tá querendo dizer que a cidade do Juiz Dredd é uma prisão? Sim, estou! Pense comigo, a cidade existe em torno de uma grande muralha, escapar disso é escapar para a morte ou para um exílio equivalente. Durante dia e noite, as ruas de Mega City One são patrulhadas por autoridades com o poder de juiz, júri e executor. A lista de leis é infinita e todos são potenciais criminosos esperando para serem julgados a qualquer minuto. Vai me dizer que essa cidade não é uma grande prisão? Onde poucos têm privilégios e poder e muitos têm medo de sair de casa (ou de sua cela).

9) Fox River State Penitentiary (Prison Break) - Acabou semana passada a infame aventura dos irmãos Burrows. Posso dizer apenas que não assisti o final, fui um espectador da primeira e da segunda temporada apenas e culpo Fox River por isso. A prisão, como nos foi apresentada nos primeiros episódios, era o grande obstáculo a ser vencido. Tatuada nas costas de Michael Scofield, ela se apresentava como um quebra-cabeças a ser solucionado capítulo a capítulo. Além de celas e portões de ferro, Fox River também trazia em seu estômago alguns dos mais obcenos prisioneiros que alguém poderia conceber.

8) Zona Fantasma (Superman) - E falando em prisão que é um verdadeiro desafio. Os kriptonianos não acreditavam em pena de morte e por isso criaram uma dimensão prisional da qual é (ou deveria ser) impossível escapar. Para a Zona Fantasma foram mandadas as mais perigosas formas de vida alienígena do universo e lá nem mesmo o Super-Homem tem seus poderes garantidos para poder se defender. Provavelmente não existe lugar mais perigoso nas 27 galáxias conhecidas.

7) Azkaban (Harry Potter) - O caso de Azkaban, a prisão que tem a forma de um prisma triangular, não é o perigo de sua construção, mas sim a ameaça representada por seus guardas, os temidos Dementadores. Capazes de sugar a felicidade de um quarto e a alma de um prisioneiro através de um simples "beijo", os Dementadores fazem de Azkaban uma das mais temidas prisões da ficção. Especialmente se pensaremos que seus carcereiros são fiéis a ninguém menos do que Aquele que não deve ser mencionado.

6) Ekos (Jornada nas Estrelas) - No episódio Patterns of Force (2x21), Kirk, Spock e companhia se deparam com um gigantesco planeta prisão, ou melhor, aparentemente Ekos era um planeta comum que vivia uma realidade da primeira metade do século XX na Terra. No entanto, a grande essência desse período era justamente a força motriz desse planeta. Campos de concentração, controlados por nazistas espaciais, aprisionando todas as formas de vida diferentes do universo pelo simples argumento de sua diversidade. E tudo se revela uma pavorosa experiência prisional.

5) A Vila (O Prisioneiro) - Poucos assistiram essa que é uma das melhores séries de todos os tempos. Criada em 1968, "O Prisioneiro" contava a história de um agente secreto sem nome que é aprisionado em uma misteriosa Vila, ilhada do resto do mundo. Com agentes penitenciários surreais (bolhas que sugavam seres vivos inteiros), a Vila perturbava seus internos alimentando sua paranóia. Deixando de serem pessoas e assumindo a identidade fria de números, os habitantes da Vila passavam pelos mais conflitantes abusos, sendo que eram responsáveis uns pelos outros, numa eterna e perturbadora vigilância panóptica.

4) Prisão da Agonia (Caverna do Dragão) - Eis que surge aqui uma prisão que me deu pesadelos quando criança. No ep. "O Servo do Mal" é o aniversário de Bobby e todos comemoram e lhe dão presentes até que são seqüestrados pelas forças do Vingador. Sozinho, o aniversariante vai atrás de seus amigos na temida "Prisão da Agonia", uma construção localizada no ápice de um vulcão, no qual todos trabalham forçadamente, sob os vigilantes olhos do Servo das Sombras. Lá, as crianças conhecem o gigante Karrox que os ajuda a deixar aquele inferno e libertar todos os que ali estavam contra sua vontade.

3) Nova York (Fuga de Nova York) - Outro filme que me deixava apavorado era o “Fuga de Nova York” do John Carpenter (na época em que John Carpenter ainda era relevante). Snake Plissken, um criminoso renegado, é enganado pelo governo de um instável Estados Unidos da América e forçado a mergulhar de cabeça no que um dia fora a capital do mundo e hoje tornou-se a maior prisão do planeta. Dentro de uma ilhada Nova York estão tribos dos mais corruptos e perigosos prisioneiros do mundo, perdido entre os bairros agora tomados de gangues está o presidente americano. O filme é escuro, úmido e ninguém (muito menos seu protagonista) é confiável. Certamente um dos melhores filmes de prisão da ficção.

2) Arkham Asylum (Batman) - Talvez mandar Dementadores a Arkham fosse uma boa idéia. Não existe lugar com um hall de internos mais psicóticos do que esse sanatório prisional localizado nos arredores de Gotham City. É para lá que vão (e voltam) os grandes adversários do maior detetive dos quadrinhos. Entretanto, a própria prisão parece ser moldada pela loucura de seus "moradores", Arkham tornou-se um personagem tão vivo nas histórias do Homem-Morcego que passou a ser sinônimo de perigo.

1) Château d'If (O Conde de Monte Cristo) - Chegamos àquele que mais me atormentou. Quando li "O Conde de Monte Cristo" achei que não superaria a prisão real ficcionalizada por Alexandre Dumas. Edmond Dantes, um ingênuo marinheiro, enganado por seu melhor amigo, vai parar no obscuro Château d'If, um lugar torturante e traumático no qual acredita que irá definhar para todo o sempre. No entanto é nesse cenário assustador que Edmond conhece seu mentor padre Faria. Lá, ele renasce planejando sua nova vida e vingança, retornando a França para confrontar o ex-amigo Fernand Mondego e recuperar o amor de Mercedes, assumindo a identidade do Conde de Monte Cristo. Brilhante!

Bá essa 1ª é Soda... bei...

Bananas

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